sexta-feira, 10 de julho de 2015

O grande mistério em torno de Percy Fawcett

          

Um dos mistérios que mais me intriga, sem dúvidas é a do Coronel Percy Harrison Fawcett (1867 – 1925), que foi um grande famoso arqueólogo e explorador britânico, que desapareceu ao organizar uma expedição, para procurar por uma civilização perdida, na Serra do Roncador em Barra do Garças, no estado do Mato Grosso, aqui no Brasil. Primeiro só de saber que essa historia se passa aqui no nosso
País, já rola um sentimento a mais de curiosidade. Segundo que há muitas teorias envolvendo sobre o sumiço de Percy; porem eu sou mais convencida por uma, devido algumas cartas que Percy enviou para a esposa.
         
Mas antes vamos começar pelo início de tudo é claro. Em junho de 1906 Percy foi convidado pelo presidente da Royal Geographical Society, para demarcar uma seção da fronteira Peru-Bolívia, para que no futuro evitasse transtornos. Essa foi a primeira de muitas expedições que fez pela América do Sul e assim conseguiu além de experiências, também uma boa reputação como um aventureiro e explorador. Sendo assim, sabemos que Percy não é só mais um cara, que quer se aventurar pelas matas para explorar lugares já inexploráveis. 
        
Percy, ouviu muitas lendas na época que estava em terras da América do sul, mas uma em especifica é sobre uma lenda onde diziam, que havia um lugar próximo da serra do Roncador, que fica no Mato grosso, aqui Brasil. 

Chamado "A Cidade do Ouro", relatavam que lá tinham torres de cristal erguidas na selva, pedras cobertas de inscrições, torres emitindo luzes, índios-morcegos e uma cidade com “construções de pedra baixas, com muitas ruas paralelas umas às outras... e um grande templo, onde se encontrava um grande disco cortado em pedra cristal. Essa lenda foi o suficiente para Percy se interessar mais ainda; tanto que chegou a tentar explorar no ano de 1920, mas sem sucesso. Porem isso não desanimou Percy, pois ele realmente acreditava que existia povos superiores próximos aos incas e que hoje poderiam estar com a aparência diferente vivendo na tal Cidade do Ouro. 


        Quando seu amigo escritor inglês Henry Rider Haggard, autor de "As minas do rei Salomão", o presenteou com uma estatueta, deixou Percy ainda mais instigado. Pois Henry disse que esta estatua, havia sido encontrada por uma tribo indígena, que fica próximo a Cidade do Ouro. A estátua era a figura de um basalto, com cerca de 25 centímetros, havia uma placa a frente onde enigmáticas runas haviam sido rabiscadas. 
        Percy garantia que, quando pegava na estátua conseguia sentir uma poderosa descarga elétrica. Afim de saber mais sobre a estatua convidou uma vidente para falar mais sobre. Em transe, a vidente, descreveu a visão de uma antiga civilização sendo atingida por uma enchente: - “Eu vi o alto sacerdote tomar a estátua e dá-la a outro sacerdote, com instruções para protegê-la cuidadosamente, e no tempo devido, entregá-la a um escolhido que, por sua vez, deveria passá-la adiante até que, num certo momento, se tornasse propriedade de uma reencarnação da personagem por ela retratada, quando inúmeras coisas seriam elucidadas através de sua influência...”
      Assim a vidente concluiu que havia propriedades malignas à imagem e advertindo que seria “perigoso não levá-la a sério”. Porem nem passava pela cabeça de Fawcett, parar com suas buscas. Muito pelo contrário, a estatua representava a peça-chave para se jogar de cabeça nessa exploração.



        Em 1925, Fawcett voltou à América do Sul para realizar, finalmente o antigo sonho de localizar a cidade cheia de riquezas, que estaria escondida próximo a serra do roncador. Dessa vez trouxe seu filho Jack, de 22 anos, e o amigo do filho, Raleigh Rimmel. Com mais dois guias locais e animais de carga, adentraram na floresta. Tudo que Percy tinha além de suas anotações, era um manuscrito que o mesmo chamava de 512, onde foi supostamente escrito pelos primeiros exploradores, que se aventuraram pelos sertões do Brasil no ano de 1750, e conteria informações precisas que poderiam conduzi-lo a seu destino. 

      Hoje esse manuscrito está guardado ainda na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Após uma caminhada de 500 km, Percy chegou em uma tribo dia 15 de maio, chamada Bakairi, onde acabaram descansando por alguns dias lá. De lá foram até um local, onde Percy chamava de Campo do cavalo morto; onde 5 anos atrás, foi o mesmo lugar que Percy havia resolvido abandonar a expedição junto com os outros guias e voltar para casa.
      Em 29 de maio os seus 2 guias locais, deixam a expedição, para retornar a cidade e com eles levam uma carta que Percy, escreveu para a esposa dizendo, que esperava fazer contato com os índios locais dentro de uma semana e que estava prestes a entrar em um local inexplorado e conforme suas palavras na carta dizia- Não é preciso ter medo do fracasso. Percy Fawcett juntamente com seu filho e seu amigo, partiu para atravessar a região do Alto Xingú e depois disso, nunca mais ninguém teve notícias deles.


                                          Conclusões


       

A história que eu contei foi apenas um resumo dos resumos de toda a trajetória de Percy Fawcett desde que começou sua jornada no Brasil. Se você procurar saber mais sobre a história dele, você verá que terá muitas divergências de informações sobre a história do mesmo. De várias histórias que você ler em relação sobre os dois guias locais que deixaram a expedição no dia 29 de maio, alguns dizem que devido a estarem exaustos pela caminhada e por estarem todos mordidos por carrapatos, estavam ansiosos para voltarem logo e por isso Percy achou melhor os liberarem. 

Em outros, vocês vão ler que Percy com medo de que vazassem informações sobre a cidade perdida z, como o chamava, liberou os guias para ir embora, pois acreditava que estava prestes a chegar ao local de destino. 
      
Tem uma história que eu li a alguns anos atrás e que eu acredito muito, é que a forma como Percy se comunicava com as pessoas, que faziam parte da tropa, e que estavam esperando notícias dele na cidade, eram por cartas sim, porem quem entregavam as cartas, era os pombos correio, que nessa época era muito comum ter esse tipo de "veiculo" para comunicação.

 Quanto aos guias locais eles não foram embora como todos dizem e havia mais exploradores junto com Percy, seu filho e amigo do filho. As pessoas que ficavam responsável por receber as cartas, era um padre juntamente com um outro rapaz, que fazia parte do grupo de Percy. Ambos aguardavam na cidade principal de onde partiram a equipe, para as informações do andamento da expedição. 

Ao todo foram 5 cartas que foram enviados de Percy pelo pombo correio e em uma das cartas que chegou ao seu destino, Percy dizia - Escrevo nos meus poucos momentos de lucidez. Não sei se as cartas que estou enviando estão chegando até vocês, pois conforme vamos avançado, mais vamos chegando próximo a nosso destino. A cidade do ouro realmente existe, aqui tudo é lindo é indescritível e sei que logo

(Gente, eu esqueci o que ele disse depois. A parte que eu coloquei acima, tenho certeza, que foi assim mesmo que ele falou, conforme li a historia anos atras. Mas a continuação da frase, simplesmente me deu branco. Me desculpem! Poderia colocar o que mais se aproxima do que ele havia dito, porem isso seria agir de má fé e é de suma importância, colocar  de forma exata a citação de uma pessoa)

Continuando ...  Foi dito que o Padre por medo de que mais pessoas fossem até o local, disse que não tinha fundamento que Percy dizia, pois ele mesmo havia dito que escrevia nos poucos momentos lúcidos, então acreditava que o mesmo estava delirando. Eu tentei localizar essa página onde tinha o relato da história de Percy sem enchição de linguiça, para que eu pudesse mencionar o link e fazer apenas minhas conclusões em cima, porém não consegui encontrar.

Curiosidades:



Assim que a esposa de Percy estava gravida do seu primeiro filho, seu nome seria associado a uma profecia bizarra, feita por monges budistas no porto de Tricomalee. Ao verem sua mulher no início da gravidez, eles corretamente predisseram, que ela daria à luz a um menino, no dia 19 de maio, dia da festa de Buda. E  disseram mais ainda: “Esta criança irá crescer e acompanhá-lo em uma viagem por terras longínquas, ao sul, onde ambos desaparecerão”. 

                                      O que EU acredito:



Eu sinceramente acredito que sim , Percy conseguiu encontrar a cidade perdida z ou a cidade do ouro. Obvio que se um padre recebesse uma carta dizendo - Pow encontrei a cidade do ouro que todo mundo achava que era lenda. Ele não ia sair divulgando pra meio mundo, até por que todos os olhos iriam se voltar para esse local; e sinceramente qualquer pessoa que a encontrasse, não teria a oportunidade de voltar para dizer que encontrou. Não acredito que ele seu filho e seu amigo foram mortos por índios ou comido por jacaré, como dizem em tantos relatos da historia.

E gente, dentro da mata independente se você está andando por dias ou não; acontece muitas coisas estranhas e mesmo não tendo outros humanos ao redor você ainda tem olhares voltadas em sua direção. Claro, pode ter pessoas que não acreditam no poder e nas vidas que tem dentro da natureza, aí neste caso eu oriento que faça uma trilha não uma qual quer..., mas uma trilha que dure 3 dias de caminhada. E não se esqueça de levar algo para deixar lá, como um saco de linguiça ou qualquer outra coisa que você acredite, que vai sua passagem de saída. Pois sem isso sem dúvidas você simplesmente não consegue sair da mata. Conclusões finais, acredito sim que exista um portal neste local, agora quem é que está disposto a enfrentar a mata a fora para encontrar o lugar e não voltar mais? Por que uma vez que você escolhe um determinado caminho, não tem mais volta.


Citações de Percy Fawcett encontrados em suas anotações:

 “Às vezes duvido se vou estar à altura desta viagem. Já estou ficando velho demais para carregar pelo menos vinte quilos de equipamento nas costas por meses a fio… Se a viagem não for bem-sucedida, meu trabalho na América do Sul terminará em fracasso, pois não poderei fazer outra. Serei inevitavelmente desacreditado como visionário e apontado como alguém que procurava apenas enriquecer. Quem entenderá que não busco glória nenhuma, nenhum lucro para mim, que faço isso com a crença não-remunerada de que este último benefício para a humanidade, irá justificar os anos dedicados a esta busca? Os últimos anos foram os mais miseráveis e decepcionantes da minha vida – cheio de ansiedades, incertezas, restrições financeiras, negócios,

 desconfianças e traições óbvias.
 
Cidade Perdida Z


                                        Que o Cosmos abençoe a todos nós!

2 comentários:

  1. que história :O fiquei na curiosidade o que pode ter acontecido


    www.sonhosrosa.com.br

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  2. Sonhos Rosa Essa realmente é uma das historias que meche muito comigo, por isso se eu descobrir coisas novas posto aqui!

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